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PME também estão divididas sobre o "Brexit"

PME também estão divididas sobre o "Brexit"
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De Marco Lemos com aptn
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Um eventual "Brexit", no referendo do dia 23, irá também afetar cerca de 5,4 milhões de pequenas e médias empresas (PME), que empregam perto de 15,6 milhões de pessoas no Reino Unido.

FMI, OCDE, líderes mundiais, como Barack Obama: os avisos sobre os riscos para a economia britânica de uma saída da União Europeia chegam de todos os quadrantes.

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Um eventual “Brexit”, no referendo do dia 23, irá também afetar cerca de 5,4 milhões de pequenas e médias empresas (PME), que empregam perto de 15,6 milhões de pessoas no Reino Unido.

O diretor do departamento de Macroeconomia no Instituto britânico de Economia e Investigação Social refere que “nunca um país da dimensão do Reino Unido abandonou um bloco económico integrado”, como a União Europeia. “Não há um precedente de onde se possam retirar lições, entramos num terreno desconhecido”, adianta Angus Armstrong.

Tal como a restante sociedade, também o mundo das PME está dividido sobre o “Brexit”.

No setor do aço, o diretor da Reid Steel acha que é necessário “agarrar a oportunidade. É uma oportunidade única na vida de reassumir o controlo do nosso destino”, adianta Simon Boyd, considerando que “duma perspetiva dos negócios, a União Europeia tem sido má, com demasiada regulação”, que tem “travado” o desenvolvimento da empresa, apesar das muitas obras que realizou em vários estados-membros graças aos privilégios do mercado comum.

Já quem depende das exportações dentro da União Europeia e para o resto do mundo vê no “Brexit” uma desgraça.

O presidente de uma empresa alimentar garante que “a forma fácil como se faz comércio dentro da Europa é um dos pontos-chave do ponto de vista dos negócios. Os registos de marcas e de propriedade intelectual na União Europeia foram os mais fáceis de realizar” porque o sistema é “excelente” do ponto de vista do “custo” e da “eficiência”. Por isso, Jason Wouhra considera que há “muitas vantagens” em continuar na União Europeia.

O Banco de Inglaterra também já avisou que uma eventual saída da União Europeia vai enfraquecer a libra esterlina e fazer disparar a inflação.

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