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Alívio das restrições contra a Covid-19 na Europa

Alívio das restrições contra a Covid-19 na Europa
Direitos de autor Frank Augstein/Copyright 2021 The Associated Press. All rights reserved
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Com número de novas infeções a recuar, países europeus começam a aliviar as restrições impostas para combater a pandemia da Covid-19

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A Europa começa a aliviar as restrições impostas para combater a pandemia da Covid-19.

A partir desta segunda-feira, cabeleireiros, salões de beleza e comércio não essencial vão poder reabrir, no Reino Unido. Os tradicionais "pubs", restaurantes e cafés, que até agora estavam limitados a vendas ao postigo, vão poder servir em esplanadas.

Ginásios, bibliotecas ou centros comunitários poderão funcionar, mas com regras.

O alojamento turístico é permitido em casas independentes desde que não haja partilha de instalações sanitárias.A dona de um hotel, nos arredores de Londres, refere que vai ser muito bom pois as pessoas estão ansiosas por conviver e socializar.

A República Checa, um dos países mais duramente atingidos pela doença do novo coronavírus, com o maior número de mortes em relação à população, com 260 mortes por 100.000 habitantes, começa agora a abolir lentamente as restrições.

As escolas primárias e alguns estabelecimentos, como os mercados dos agricultores e jardins zoológicos, podem reabrir. Cai, ainda, o recolher obrigatório às 21 horas e a proibição de circular entre concelhos. Restaurantes e restante comércio, permanecem encerrados.

Em Itália, a doença parece estar a dar tréguas, com a curva da pandemia a achatar, nos últimos dias.

Praticamente todo o país está classificado como "zona laranja". Das 20 regiões apenas quatro estão na "zona vermelha", a mais grave, Vale de Aosta, Campânia, Apúlia e a Sardenha.

Um habitante da ilha sublinha que a região vive do turismo e afirma que será uma verdadeira catástrofe se continuarem a impedir as pessoas de trabalhar ao manterem todas as atividades encerradas.

Os europeus mostram-se cada vez mais cansados com restrições e confinamentos. A vacinação torna-se, assim fundamental, para que o Velho Continente possa retornar à normalidade.

Em França, por exemplo, o Governo anunciou que, a partir desta segunda-feira, todos os franceses com mais de 55 anos vão começar a ser vacinados.

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