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Ómicron faz FMI rever em baixa previsões para a economia mundial

Ómicron faz FMI rever em baixa previsões para a economia mundial
Direitos de autor  Andrew Harnik/Copyright 2021 The Associated Press. All rights reserved
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De Ricardo Figueira
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As previsões para este ano são agora menos otimistas, tanto em relação a este ano como em relação ao próximo.

A disseminação da variante Ómicron do Sars CoV-2 e as medidas mais restritivas que estão a ser adotadas em todo o mundo vão penalizar a economia mundial, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), que reviu em baixa as previsões de crescimento económico para este ano. O impacto vai continuar a fazer-se sentir, pelo menos, até 2024.

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Diz Gita Gopinath, diretora do departamento de pesquisas do FMI: "No início do terceiro ano da pandemia, o balanço de mortes a nível mundial subiu para os cinco milhões e meio. As perdas económicas devem chegar aos 13,8 biliões de dólares até 2024, em relação às previsões anteriores à pandemia".

O crescimento da economia global deve baixar, este ano, dos 5,9% para os 4,4% - meio ponto percentual abaixo do que tinha sido apontado nas previsões de outono.

Em relação à zona euro, a previsão de crescimento para este ano foi revista em baixa para os 3,9% e deve abrandar para os 2,5% em 2023.

A pandemia coloca entraves à economia, mas ao mesmo tempo a generalização das vacinas e dos passes sanitários permitiu a abertura de atividades que, de outra forma, se manteriam fechadas.

"O mais recente relatório antevê que a variante Ómicron vai ter um impacto na atividade do primeiro trimestre deste ano, mas esse efeito vai começar a desvanecer-se no segundo trimestre", disse Gita Gopinath,

O vírus tem impacto também na inflação, que deve acelerar, a nível mundial. A subida dos preços no consumidor, nas economias desenvolvidas, deve ficar este ano a um nível bastante mais alto do que tinha sido anteriormente previsto, e abrandar a partir do próximo ano.

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