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Technicolour Dickens: A Imagem Viva de Charles Dickens

Technicolour Dickens: A Imagem Viva de Charles Dickens
Direitos de autor Κάρολος Ντίκενς
Direitos de autor Κάρολος Ντίκενς
De  euronews
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Exposição mostra oito fotografias a cores do escritor do séc. XIX

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O Museu Charles Dickens, em Londres, reabre este sábado após o encerramento devido à pandemia da Covid-19.

Para a reabertura, foi preparada a exposição "Technicolour Dickens: A Imagem Viva de Charles Dickens" onde oito fotografias do escritor do século XIX ganharam uma nova cor.

A escolha não foi fácil devido à quantidade de fotografias que existem do escritor.

A diretora do museu, Candy Sughrue, conta que "Dickens foi uma celebridade mundial no início da sua carreira. Parte disso foi cultivado por ele deliberadamente, usando a própria imagem para se promover a si e ao seu trabalho. Por isso, foi fotografado mais de 200 vezes. E estas foram reproduzidas em formas muito acessíveis".

Coube ao fotógrafo Oliver Clyde colorir os retratos originais a preto e branco. Para encontrar a tonalidade perfeita da pele, Clyde fotografou os descendentes de Charles Dickens.

O fotógrafo diz "que cada fotografia demorou cerca de duas a três semanas e todo o processo demorou provavelmente três a quatro meses. Isto tudo durante o confinamento." Oliver Clyde afirma que que estar fechado em casa lhe permitiu dedicar todo o seu a isto, em vez de fazer outro trabalho.

A exposição, Technicolour Dickens: A Imagem Viva de Charles Dickens pode ser vista em Londres, a partir de 25 de julho.

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