De salas de aula e laboratórios de investigação a centros tecnológicos e escolas de balé, profissionais de todo o mundo estão a escolher o Cazaquistão para investir nas suas carreiras. Eis o porquê.
O Cazaquistão está a emergir como um destino para profissionais de todo o mundo que chegam ao país atraídos pela inovação, pelos setores em expansão e pelas possibilidades em aberto. Astana conta com um número cada vez maior de especialistas internacionais que investem em carreiras a longo prazo nos domínios da ciência, educação, tecnologia e artes.
O especialista em robótica Huseyin Atakan Varol chegou ao país para o que pensava ser uma estadia curta, que acabou por se transformar numa carreira de 15 anos como líder de investigação na Universidade Nazarbayev.
O professor italo-venezuelano Gianfranco Casarin encontrou não só uma sala de aula, mas um ambiente colaborativo que mudou a sua abordagem profissional.
Vladimir Beliankov, um especialista russo em TI, mudou-se para o país ao abrigo do visto para os nómadas digitais do Cazaquistão, atraído pelo ecossistema tecnológico em expansão da capital e pela infraestrutura fiável para o trabalho remoto.
Na Ópera de Astana, a bailarina japonesa Yano Madoka continua a desenvolver as suas capacidades artísticas, inspirada pelo repertório da sala e pela mentoria que recebe.
Juntas, estas histórias são reflexo de uma tendência mais ampla: o Cazaquistão está a tornar-se uma escolha propositada para viver e trabalhar.