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Cimeira do G7: Trump diz que foco volta à Ucrânia após acordo com o Irão

Donald Trump reúne-se com o presidente francês Emmanuel Macron num encontro bilateral à margem da cimeira do G7, 15 de junho de 2026, Evian-les-Bains, França.
Donald Trump reúne-se com o presidente francês Emmanuel Macron num encontro bilateral à margem da cimeira do G7, 15 de junho de 2026, Evian-les-Bains, França Direitos de autor  AP Photo
Direitos de autor AP Photo
De Jorge Liboreiro & Peggy Corlin & Luca Bertuzzi & Sasha Vakulina & Marta Pacheco & Angela Skujins & Eleonora Vasques
Publicado a
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O Presidente francês Emmanuel Macron acolhe a sua última cimeira do G7 antes de deixar o cargo no próximo ano, com a guerra da Rússia contra a Ucrânia, o conflito no Médio Oriente, a concorrência chinesa, a IA e a segurança das crianças online no topo da agenda.

Os líderes do G7 chegaram a Évian, em França, para uma cimeira de três dias centrada na guerra da Rússia contra a Ucrânia, na concorrência desleal da China, na proteção de menores na internet e na ascensão disruptiva da inteligência artificial.

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O encontro realiza-se depois dos Estados Unidos e o Irão terem alcançado um acordo de princípio que abre uma janela de negociações de 60 dias.

O presidente norte-americano, Donald Trump, saudou o acordo de princípio e afirmou que “nos damos muito bem com o Irão”, acrescentando que o país tem agora “uma liderança diferente”.

Referindo-se ao Estreito de Ormuz, por onde passa habitualmente cerca de 20 % do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, Trump afirmou que a passagem estará “completamente aberta” até sexta-feira.

Disse que, até lá, a maioria das minas deverá estar desativada, acrescentando: “Já temos, neste momento, muitos corredores abertos.” Trump descreveu ainda o estreito como “sem portagens” e sugeriu que poderá não ser necessária ajuda adicional, dizendo: “Não creio que vamos precisar de ajuda, de um navio ou dois…”

Nas declarações iniciais, o presidente dos EUA afirmou que a administração vai agora voltar a centrar os esforços diplomáticos na guerra da Rússia contra a Ucrânia.

As conversações de paz lideradas pelos Estados Unidos estão paradas desde o início do conflito no Médio Oriente.

Por seu lado, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, afirmou na segunda-feira que propôs encontrar-se com o presidente russo, Vladimir Putin, na cimeira do G7 desta semana para negociações com vista a pôr termo à guerra da Rússia contra a Ucrânia, mas que Putin rejeitou a proposta.

“Transmitimos a mensagem de que estamos prontos para nos encontrar com Putin durante o G7, porque Trump vai estar lá e Macron também, portanto, europeus mais América. É uma boa, penso que é uma oportunidade muito boa para nos reunirmos todos”, afirmou Zelenskyy aos jornalistas em Kiev.

“A Europa e os Estados Unidos estavam de acordo e a Rússia mostrou novamente que não está pronta para falar”, acrescentou.

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