Estratégia da UE para a Líbia passa pela ONU e dinheiro para governo

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De  Isabel Marques da Silva
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Na ajuda à Líbia para a gestão dos refugiados e migrantes que partem daquele país em direção à Europa, por mar, a União Europeia defende uma maior parceria com as Nações Unidas e a entrega de mais ver

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Na ajuda à Líbia para a gestão dos refugiados e migrantes que partem daquele país em direção à Europa, por mar, a União Europeia defende uma maior parceria com as Nações Unidas.

A chefe da diplomacia europeia, Federic Mogherini, disse que “a gestão dos centros de acolhimento pela Agência da ONU para os Refugiados permite identificar as pessoas que têm direito à proteção internacional, sendo a agência que inicia um programa de relocalizacao dessas pessoas para a Europa, o Canadá ou os Estados Unidos… aí não sei,bem… ou noutro lugar do mundo”.

A outra parceria é com o próprio governo líbio, que receberá mais dinheiro e formação para a gestão de fronteiras, bem como verbas de ajuda ao desenvolvimento socioeconómico.

O problema é que o governo reconhecido pelo Ocidente não domina todo o território, com uma boa parte nas mãos de um grupo político rival e, ainda, partes sob controlo dos jiadistas do Daesh.

A instabilidade política deixou em situação de emergência humanitária mais de um milhão de pessoas na Líbia, incluindo milhares de refugiados e migrantes que tentam usar o país como porta de saída para a Europa.

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