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Ursula conta com Elisa para ajudar a economia europeia a crescer

Ursula conta com Elisa para ajudar a economia europeia a crescer
Direitos de autor REUTERS/Vincent Kessler
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De  Isabel Marques da Silva
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"Devemos apoiar os Estados-membros com investimentos bem orientados e reformas estruturais. Não consigo pessar numa melhor pessoa para liderar este trabalho do que Elisa Ferreira", disse Ursula von der Leyen, presidente-eleita da Comissão Europeua, que tomará posse com tua a equipa a 1 de dezembro.

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A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, reconheceu que a economia europeia "ainda está a recuperar de uma das piores crises económicas e financeiras desde o final da II Guerra Mundial", durante a apresentação do programa da Comissão Europeia que fez perante os eurodeputados, quarta-feira, em Estrasburgo, antes do voto de todo o colégio de comissários.

Ursula von de der Leyen também admitiu que há "nuvens a formarem-se no horizonte, pelo que a Europa deve preparar-se para o que aí vem" e disse que conta com a comissária para a Coesão e Reformas, a portuguesa Elisa Ferreira, para afrontar essa tempestade.

"Devemos usar a flexibilidade prevista no pacto de Estabilidade e Crescimento para dar o tempo e o espaço necessários para as nossas economias crescerem. E, ao mesmo tempo, devemos apoiar os Estados-membros com investimentos bem orientados e reformas estruturais. Não consigo pessar numa melhor pessoa para liderar este trabalho do que Elisa Ferreira", disse a presidente-eleita, que tomará posse com tua a equipa a 1 de dezembro.

A receita passará por reforçar o mercado interno e a moeda única, completando a União Económica e Monetária, que tem sido uma das prioridades defendidas pelo governo português para o projeto europeu.

O primeiro-ministro Antónia Costa considera essa reforma essencial para promover o crescimento e o emprego na União e defendeu a criação de um orçamento próprio para a zona euro - o chamado instrumento orçamental para a convergência e a competitividade - , que vai começar a ser usado a partir de 2021.

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