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Europeus vacinados voltam a poder viajar para os Estados Unidos da América sem restrições, quase 20 meses após a proibição

Esta segunda-feira, os Estados Unidos da América voltam a abrir as fronteiras a que tiver a vacinação contra o novo coronavírus completa. A reabertura ocorre quase após 20 meses após a imposição das restrições, na época pela administração liderada por Donald Trump.

Um casal belga tem estado à espera para estar com os filhos e os netos que vivem nos Estados Unidos da América. Quando o Governo norte-americano declarou o levantamento das restrições, no mês passado, o casal reservou de imediato os bilhetes para Nova Iorque, no primeiro voo da Brussels Airlines que saiu esta segunda-feira de Bruxelas.

"Acreditamos que, nesta situação, vai ser muito comovente. Compreendemos a situação, sabemos o que é. Estamos muito felizes por podermos ir", dizem.

Durante os últimos 20 meses, só os viajantes com razões vitais foram autorizados a entrar nos Estados Unidos. Os negócios também sofreram.

A Brussels Airlines, com sede na Bélgica, saudou o levantamento das restrições de viajar, uma vez que o mercado norte-americano era o último elemento em falta da sua rede. A companhia registou um grande aumento da procura de voos transatlânticos.

_"Desde o anúncio do fim das restrições de viagem para os cidadãos europeus, assistimos a um aumento de 180 por cento das reservas nas primeiras 24 horas. As reservas têm-se mantido a um ritmo elevado desde então. _Vemos que os voos por volta do Natal e do Ano Novo são muito populares", referiu a porta-voz da Brussels Airlines, Maaike Andries.

Quem viajar para os Estados Unidos tem de apresentar um certificado de vacinação, com uma vacina aprovada pelo país, e um teste negativo da Covid-19.

Apesar do número de novos casos do novo coronavírus estar a aumentar na Europa, os viajantes e as companhias aéreas esperam que não haja mais restrições às viagens.

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