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Guerra na Ucrânia: oito feridos em Kharkiv após nova ofensiva russa com mais de 80 drones

Drones usados na guerra na Ucrânia
Drones usados na guerra na Ucrânia Direitos de autor  (AP Photo/Evgeniy Maloletka)
Direitos de autor (AP Photo/Evgeniy Maloletka)
De Evelyn Ann-Marie Dom & Euronews
Publicado a Últimas notícias
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"Aqueles que procuram negociações não atacam deliberadamente civis com mísseis balísticos”, disse Zelenskyy, que tem repetidamente exigido garantias de segurança efetivas.

A Rússia lançou mais de 80 drones contra a Ucrânia durante a última noite, informou a Força Aérea ucraniana através de uma mensagem no Telegram.

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“Foi confirmado que 46 UAVs de ataque Shahed e outros tipos de drones foram abatidos nas regiões de Kharkiv, Poltava, Sumy, Kyiv, Chernihiv, Cherkasy e Dnipropetrovsk”, lê-se na publicação.

Um dos drones atingiu o último piso de um edifício de apartamentos de cinco andares em Kharkiv no domingo, ferindo pelo menos oito pessoas.

Outros 31 drones foram perdidos sem causar danos.

“Na última semana, mais de 1050 drones de ataque, cerca de 1300 bombas aéreas e mais de 20 mísseis foram lançados contra a Ucrânia”, escreveu o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy na rede social X.

“Aqueles que procuram negociar não atacam deliberadamente civis com mísseis balísticos. Para obrigar a Rússia a parar os seus ataques, precisamos de uma maior força colectiva do mundo”, acrescentou.

O líder ucraniano reiterou mais uma vez o seu pedido de garantias de segurança efetivas para alcançar uma paz duradoura “que torne impossível o regresso da agressão russa”.

Zelenskyy reuniu-se com representantes de países europeus, do Canadá e da Turquia, numa cimeira realizada em Londres durante o fim de semana. As conversações centraram-se na obtenção da paz na Ucrânia.

“Os países europeus estão a aumentar as garantias de segurança para o momento em que um acordo de paz for alcançado”, disse o secretário-geral da NATO, Mark Rutte.

“É óbvio que, de momento, ainda não existe um acordo de paz. Ainda não há um cessar-fogo. Mas temos de nos preparar para esse momento e garantir que os países europeus estão dispostos a ajudar com as garantias de segurança”.

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