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A UE está preparada para combater ameaças submarinas? Pergunte ao chatbot de IA da Euronews

BAE Systems aplica décadas de experiência em controlo de voo ao submarino britânico de próxima geração Dreadnought, numa abordagem inovadora que adapta cont
BAE Systems leva décadas de experiência em controlo de voo para o fundo do mar, a bordo do submarino de próxima geração Dreadnought. Abordagem inovadora passa por adaptar cont Direitos de autor  AP Photo/BAE Systems
Direitos de autor AP Photo/BAE Systems
De Elisabeth Heinz
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Sabotagem submarina e novas ameaças testam a segurança europeia. Em junho, a Comissão propôs 325 mil milhões de euros para cinco projetos de defesa, incluindo vigilância marítima e dos fundos marinhos. Qual é a estratégia da UE? Pergunte ao chatbot de IA da Euronews.

A segurança marítima já não se resume à proteção de portos e rotas de navegação. Trata-se de defender o que é invisível: os cabos e os gasodutos de energia no fundo do mar.

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As redes submarinas transportam 99% dos dados mundiais, permitem comunicações e biliões de transações financeiras e alimentam o abastecimento energético de países inteiros. Um único corte num cabo, ou danos provocados por drones, ciberataques ou ataques militares tradicionais, pode comprometer a segurança e a estabilidade económica de continentes inteiros.

A Europa já enfrentou vários incidentes em infraestruturas submarinas, como a explosão do Nord Stream em 2022 e a sabotagem do Balticconnector em 2023. As preocupações aumentaram após danos em cabos submarinos entre a Finlândia e a Alemanha, a Suécia e a Lituânia, em novembro de 2024, e entre a Finlândia e a Estónia, em dezembro de 2025.

A União Europeia atualizou em 2023 a Estratégia de Segurança Marítima para enfrentar as ameaças crescentes às suas infraestruturas submarinas, incluindo as relacionadas com a invasão da Ucrânia pela Rússia. A estratégia combina inovação, cooperação industrial, desenvolvimento conjunto de capacidades e partilha de dados para combater ameaças físicas e cibernéticas.

Em março de 2026, a Europa lançou a Estratégia Marítima Industrial para reforçar a competitividade, a resiliência e a sustentabilidade do setor marítimo, incluindo a construção naval, o transporte marítimo e os portos. O novo Plano de Ação contra Drones reforça a defesa marítima ao focar-se em drones navais não tripulados e em sistemas antidrones para enfrentar ameaças aéreas, de superfície e submarinas.

Também investe em sistemas de deteção e vigilância. Entre as medidas contam-se o Plano de Ação para a Segurança de Cabos de 2025, destinado a prevenir e detetar ataques, a iniciativa OceanEye, no valor de 92 milhões de euros, para reforçar a consciência situacional marítima, e o projeto SOUND2, de quase 6 milhões de euros, que recorre à inteligência artificial para detetar ameaças através da acústica submarina.

Quer saber mais sobre a estratégia europeia de segurança marítima? Pergunte ao chatbot de IA da Euronews!

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