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Porque é que a União Europeia procura novos Estados-membros? Pergunte ao chatbot da Euronews

Comissária da UE para o Alargamento Marta Kos fala em conferência de imprensa conjunta com o vice‑primeiro‑ministro para a Integração Europeia e Euro‑Atlântica Taras
Comissária europeia da Ampliação Marta Kos fala em conferência conjunta com o vice-primeiro-ministro ucraniano para a Integração Europeia e Euro-Atlântica, Taras Direitos de autor  AP Photo/Evgeniy Maloletka
Direitos de autor AP Photo/Evgeniy Maloletka
De Elisabeth Heinz
Publicado a Últimas notícias
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A Islândia rejeitou reabrir as negociações de adesão à UE: 52,8% votaram contra a proposta do governo, numa altura em que a União procura alargar e reforçar a unidade. Porquê este alargamento? Pergunte ao chatbot de IA da Euronews.

A 29 de agosto, 52,8% dos islandeses votaram “Não” num referendo sobre a retoma das conversações de adesão à União Europeia. A UE já tinha aberto negociações de adesão em 2010, mas Reiquiavique pôs-lhes fim em 2013, na sequência de uma mudança de governo.

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Para a UE, a adesão da Islândia era um teste à capacidade de ainda atrair uma democracia rica e estável que escolhe aderir por motivos que vão além da procura de estabilidade financeira e económica.

Com a guerra da Rússia a desestabilizar a Europa, o enfraquecimento dos laços com Washington e o conflito no Médio Oriente, a UE vê o alargamento como vital para o seu próprio futuro. Um bloco mais vasto aumenta a influência no comércio, na defesa e na diplomacia.

Quando os países entram no bloco, cedem parte da soberania nacional à UE, mas ganham um lugar nas instituições europeias e beneficiam de políticas comuns, incluindo nas áreas externa, de segurança e comercial. Têm de contribuir para o orçamento da UE, mas podem aceder a fundos e apoio.

Para aderirem à UE, os países candidatos têm de adotar os princípios do bloco e aplicar o acervo comunitário da União, um conjunto de leis que constitui o núcleo da legislação europeia.

Devem realizar reformas em 35 domínios de política para criar instituições estáveis que garantam a democracia, o Estado de direito e uma economia de mercado funcional.

Atualmente, sete países têm negociações de adesão em curso. Montenegro lidera o processo, seguido da Albânia, Sérvia, Macedónia do Norte, Moldova e Ucrânia, que apresentou o pedido de adesão em 2022. As negociações com a Turquia ficaram estagnadas em 2018.

Quer saber mais sobre o processo de adesão à UE? Pergunte ao chatbot de IA da Euronews!

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