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O impacto da microgravidade no corpo humano

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Direitos de autor ESA/NASA
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Esta semana, Luca Parmitano, astronauta italiano da Agência Espacial Europeia* e correspondente espacial da euronews fala-nos das consequências da microgravidade para o corpo humano.

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Esta semana, Luca Parmitano, astronauta italiano da Agência Espacial Europeia* e correspondente espacial da euronews fala-nos das consequências da microgravidade para o corpo humano.

Os astronautas da Espação Espacial Internacional realizam atualmente estudos para observar e medir o impacto no corpo humano da vida no espaço. "Tivemos muitas experiências científicas interessantes e emocionantes aqui na estação espacial. Uma delas chama-se troca de fluidos. Em relação ao corpo humano e à microgravidade, sabemos que o sangue e todos os fluidos tendem a flutuar em direção à parte superior do corpo, devido à diferença do efeito do batimento cardíaco na microgravidade, em relação à Terra. Essa mudança de fluidos tem várias consequências. Aumenta a pressão nos nossos olhos. Aumenta possivelmente a pressão intracraniana, altera o nosso comportamento cardiovascular", contou Luca Parmitano.

Envelhecimento vascular no espaço

Outras das experiências realizadas pelo astronauta italiano diz respeito ao envelhecimento vascular no espaço. "Sou o sujeito de uma experiência chamada envelhecimento vascular. Quando voltamos à Terra depois de uma longa estadia no espaço, constatamos que o nosso sistema cardiovascular envelheceu de uma maneira que difere do que acontece na terra. Não sabemos porquê. Pode ser devido ao regime alimentar, às nossas atividades no espaço. Há diferenças no espaço quando fazemos movimentos ou desporto. Esses estudos tentam estabelecer ligações entre esses vários aspetos", sublinhou Luca Parmitano.

*em colaboração com a Agência Espacial Europeia.

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