Euronews is no longer accessible on Internet Explorer. This browser is not updated by Microsoft and does not support the last technical evolutions. We encourage you to use another browser, such as Edge, Safari, Google Chrome or Mozilla Firefox.
Última hora

Alteração na composição da comida de plástico pode reduzir obesidade

Alteração na composição da comida de plástico pode reduzir obesidade
Euronews logo
Tamanho do texto Aa Aa

Questão deIsrael, Alicante, Espanha:

“Chamo-me Israel e vivo em Alicante. Por que é que os países europeus não se unem para pedir a diminuição de açúcar e sal nos alimentos destinados aos meninos, por exemplo, na coca-cola, nos cereais, nas batatas fritas quando se sabe que podem contribuir para a obesidade, a hipertensão ou diabetes? Muito obrigado.”

00.32 Resposta de Jean-Paul Allonsius, Presidente da associação “Jornada Europeia da Obesidade”:

“O meu avô, que era pasteleiro, dizia: quando um pasteleiro não tem ideias, acrescenta açúcar.

Isso já lhe pode dar uma ideia do que acontece com o açúcar. E com o sal, acaba-se por beber mais.

O setor agroalimentar, a indústria em geral, utiliza atualmente demasiadas gorduras, demasiadas gorduras saturadas, demasiado sal e demasiada açúcar. Esses quatro ingredientes custam pouco, e permite-lhes reduzir os custos de produção e obter maiores lucros. De algum modo, nós, como consumidores, pagamos com a nossa saúde os excessos a esse nível. O que é evidentemente prejudicial.

Um da cada dois europeus padece de excesso de peso, e isso prejudica, por isso pode dizer-se que estamos em plena epidemia.

Podemos acrescentar também que 21 milhões de crianças na União Europeia sofrem de peso a mais, um número já considerável, mas ao que se acrescentam, anualmente, 400 milhões de novos casos de obesidade e excesso de peso.

Evidentemente, a prevenção é muito importante, estão em jogo as futuras gerações, mas o que fazemos com a outra metade da população que já padece a doença? Pela nossa parte, pedimos que se reduzam os níveis de gorduras, gorduras saturadas, açúcar e sal dos alimentos ao nosso dispor, e a Comissão Europeia já se pronunciou a favor deste argumento, falta ver se as indústrias europeias o materializam.

Acho que determinado número de empresas, não as vou citar, porque não é o meu papel, já estão a modificar as receitas, e vão tentar comunicar uma responsabilização, não do cliente, desta vez, mas verdadeiramente das empresas face ao desafio atual que é perder peso e que devemos realizar.

E, como sabem, menos açúcar, menos gorduras e menos sal não afeta em nada as pessoas saudáveis”. Se deseja colocar uma questão, faço-o pelo site na internet neste endereço