EventsEventosPodcasts
Loader
Find Us
PUBLICIDADE

Semana crucial para a paz na Ucrânia

Semana crucial para a paz na Ucrânia
Direitos de autor 
De  Euronews com Reuters, Afp
Publicado a
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button

Esta vai ser uma semana crucial para o caminho da paz na guerra civil do leste ucraniano. Terça-feira deverá entrar em vigor um cessar-fogo que

PUBLICIDADE

Esta vai ser uma semana crucial para o caminho da paz na guerra civil do leste ucraniano. Terça-feira deverá entrar em vigor um cessar-fogo que servirá de ensaio para um silêncio mais abrangente das armas.

No plano político existe vontade para negociar novamente os termos de paz na guerra fraticida que já fez mais de 4 mil mortos, segundo a ONU.

O cessar-fogo é para já a prioridade. “Esperamos que o primeiro e mais importante ponto do acordo de Minsk seja o cessar-fogo. Apenas depois do primeiro dia de silêncio é que será possível retirar o armamento pesado numa zona de 15 quilómetros da linha da frente”, afirma Andriy Lysenko, porta-voz do Conselho Ucraniano da Segurança e Defesa.

Kiev diz-se preparada para avancar já com novas negociações de paz em Minsk, os rebeldes preferem o final da semana.

O partido de Poroshenko reflete a posição do presidente Ucraniano. “Acredito que temos que manter a estratégia de renovar o controlo de um terço da região de Donbass através de pressão económica e diplomática. Por isso é que as novas negociações de Minsk são um passo nessa direção”, declara Yuriy Lutsenko, do Bloco Poroshenko.

As esperadas negociações de Minsk, na Bielorussia, contam com a presença de representantes de Moscovo e da OSCE, além de governo e rebeldes ucranianos, e estão ancoradas numa série de temas, para além das hostilidades e o estatuto das regiões separatistas.

A correspondente da Euronews em Kiev, Angelina Kariakina, afirma que “para além de outras questões, a Ucrânia continua a exigir a libertação de todos os reféns. Do outro lado, os separatistas pró-russos pretendem o fim do bloqueio económico para poderem vender carvão à Ucrânia – intenção oficialmente rejeitada por Kiev, o contrário significaria um relacionamento oficial de facto”.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Ucrânia está a "avançar rapidamente" na via da adesão à UE, diz chefe da delegação

Antigo presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, impedido de sair do país

Novos ataques aéreos israelitas em Gaza fazem pelo menos 100 mortos