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EUA encaram possibilidade de fornecer armamento defensivo a Kiev

EUA encaram possibilidade de fornecer armamento defensivo a Kiev
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De Nelson Pereira
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O intensificar da ofensiva militar pró-russa no Leste da Ucrânia está a alterar o olhar de Washington sobre o conflito

O intensificar da ofensiva militar pró-russa no Leste da Ucrânia está a alterar o olhar de Washington sobre o conflito no país.

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A possibilidade de a NATO disponibilizar armamento e meios de defesa ao exército ucraniano, começa a ser ponderada pela administração do presidente Barack Obama.

Segundo a edição de domingo do New York Times, o Secretário de Estado John Kerry, que na quinta-feira se encontrará em Kiev com o presidente ucraniano Petro Poroshenko, está aberto a esta medida e até a assessora de Segurança Nacional da Casa Branca, Susan Rice, dá sinais de reconsiderar a sua anterior resistência a tal eventualidade.

Para o chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, os Estados Unidos estiveram desde o início envolvidos no conflito:

“Confirmou-se que os Estados Unidos estão diretamente envolvidos desde o início neste golpe de Estado anti-governamental. A retórica de Washington mostra a intenção de continuar a fazer tudo o que for possível para apoiar incondicionalmente as autoridades ucranianas”, disse Lavrov esta segunda-feira durante a sua visita oficial em Pequim.

Entretanto, a chanceler alemã Angela Merkel afirmou esta segunda-feira em Budapeste que o cessar-fogo entre as milícias pró-russas e as autoridades ucranianas deve ser implementado, mas que a Alemanha não fornecerá armas à Ucrânia.

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