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Finlândia: Primeiro-ministro não condena milícias de extrema-direita

Finlândia: Primeiro-ministro não condena milícias de extrema-direita
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De  Ricardo Figueira com YLE, SPEISA
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O medo da repetição de cenas como as de Colónia levou à formação de milícias civis na Finlândia, aparentemente ligadas à extrema-direita.

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Não foi só a Alemanha a conhecer casos de agressões na noite de fim de ano. Na Finlândia, embora estes episódios tenham sido muito menos e de menor gravidade, há já patrulhas de civis nas ruas de várias cidades do país.

Um grupo, que se auto-intitula Soldados de Odin, aparentemente ligado à extrema-direita, está a patrulhar cidades como Kemi, no norte do país.

O primeiro-ministro Juha Sipilä não condenou estas patrulhas, mas lembrou que esse papel pertence à polícia: “Em princípio, é a polícia que tem de assumir o papel de impor a lei e a ordem no país, isso é óbvio. As patrulhas podem fazer um trabalho importante, mas as milícias civis não podem substituir-se à polícia”

Sobre os distúrbios na Finlândia, sabe-se que a polícia dispersou um ajuntamento de cerca de mil refugiados iraquianos num túnel perto da estação de Helsínquia. Houve várias detenções e pelo menos dois casos de assédio que estão a ser investigados, mas não há, para já, casos confirmados de violações.

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