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Nova Zelândia: A dor e a revolta das vítimas do terramoto em Christchurch

Nova Zelândia: A dor e a revolta das vítimas do terramoto em Christchurch
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A Nova Zelândia assinala o quinto aniversário do terramoto que matou 185 pessoas, em Christchurch, a segunda cidade do país, por entre dor e revolta.

Centenas de pessoas homenagearam as vítimas do sismo de 6,3 de magnitude, com um minuto de silêncio, quando a investigação ao desmoronamento de vários edifícios tarda em ser concluída.

Mais de um milhar de pessoas tinha-se manifestado no domingo para exigir o pagamento das indemnizações por parte das companhias de seguros.

O pior abalo dos últimos 80 anos na cidade tinha danificado mais de 30 mil edifícios.

Dois terços das vítimas mortais (115 pessoas) encontravam-se no interior do prédio da televisão local, totalmente destruído pelo abalo e que não cumpriria as normas anti-sísmicas.

Um grupo de vítimas acusa também as autoridades locais de negligência, depois da queda de um edifício, em risco de derrocada antes do sismo, ter morto nove pessoas no interior de um autocarro.

As cerimónias contaram com a presença de altos dignitários japoneses, quando 28 das vítimas mortais eram provenientes do país.