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Radar... as histórias que não fizeram manchetes

De  Euronews
Radar... as histórias que não fizeram manchetes
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À sexta-feira, os jornalistas das 13 línguas da euronews selecionam um conjunto de histórias que não tiveram direito a grande destaque na imprensa internacional.


Itália: Raffaele Sollecito, acusado de homicídio, agora é “especialista em homicídios” numa televisão

Raffaele Sollecito está a fazer carreira. O ex-namorado de Amanda Knox, a norte-americana acusada de matar uma colega, Meredith Kercher, em Itália, em 2007, encontrou um novo emprego: é comentador especializado em crimes no canal de televisão Tgcom24. Sollecito participa num programa sobre crimes que não foram descobertos.
O italiano garante que depois de quatro anos na prisão adquiriu muito conhecimento e ouviu muitas histórias.

Para além deste trabalho como comentador, Raffaele Sollecito também criou uma startup, a “Be on memories”, uma espécie de serviço de homenagens online para pessoas que já morreram.

Mais informação em inglês

França: Chamar “maricas” a um cabeleireiro não é homofóbico

Um tribunal de Paris decidiu que chamar “maricas” a um cabeleireiro não é um insulto homofóbico- “porque os cabeleireiros empregam homossexuais”. O caso está relacionado com um empregado de um salão que foi despedido depois de ter faltado ao trabalho por estar doente. O patrão, alegadamente de forma acidental, enviou-lhe uma mensagem com o insulto. O cabeleireiro levou-o a tribunal do trabalho, reclamando um despedimento sem justa causa.

Na mensagem, o patrão escreveu: “não vou manter este empregado. Não me parece uma boa pessoa. É um “maricas” “. A expressão usada em francês foi “PD” que quer dizer então maricas.

Mais informação em inglês:


Egito: Obra de arte homenageia quem recolhe o lixo

Um mural gigante num bairro pobre do Cairo presta homenagem aos moradores que, tradicionalmente, se dedicam a uma das profissões mais sujas: a recolha do lixo.
O artista franco-tunisino eL Seed, em conjunto com outros artistas que trabalham com ele, pintaram mais de 50 casas com a citação de um antigo bispo cóptico que diz: “se alguém quer ver a luz do sol, tem de limpar os olhos e olhar de longe”.


Rússia: Comunistas querem a estrela de volta

Os comunistas russos querem impedir empresas estrangeiras de usar o símbolo do partido.
Vadim Solovyov, um advogado do partido garantiu que vai pedir ao primeiro-ministro Dmitry Medvedev que seja criada legislação sobre o tema, deixando de fora desta limitação algumas empresas russas.

De qualquer forma, muitas companhias estrangeiras, como a cerveja Heineken, foram fundadas antes da formação do Partido Comunista, de acordo com o The Moscow Times.