O líder dos trabalhistas britânicos resiste ao terramoto do referendo do ‘Brexit’ e à pressão da cúpula do partido para que se demita.
O líder dos trabalhistas britânicos resiste ao terramoto do referendo do ‘Brexit’ e à pressão da cúpula do partido para que se demita.
O comité executivo da formação autorizou Jeremy Corbyn a voltar a candidatar-se à liderança, de forma automática, sem necessitar do apoio de 51 deputados, como a sua única rival, a deputada Angela Eagle.
“Nós vamos fazer campanha por todas as coisas que são importantes. A desigualdade, a pobreza que existe neste país. A necessidade de pôr fim à privatização do nosso sistema de saúde. A necessidade de dar esperança e oportunidades para os jovens em todo o país. É para isso que existe o ‘Labour’”.
Os deputados trabalhistas tinham retirado a confiança a Corbyn, após a vitória do ‘Brexit’, acusando-o de não ter favorecido o campo do “Remain”.
Foi graças à pressão dos sindicatos, que financiam o partido, que Corbyn se candidata à sua sucessão, quando conta com o apoio de 50% dos militantes, segundo as últimas sondagens.