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Pena de morte: Erdogan diz que o povo é que manda

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De  Lurdes Duro Pereira
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Pena de morte: Erdogan diz que o povo é que manda

Milhares de pessoas participaram, este domingo, na manifestação de apoio ao chefe de Estado turco, em Istambul. Uma iniciativa promovida pelo Partido da Justiça e do Desenvolvimento, no poder.

Um encontro para lembrar os que morreram durante a tentativa de golpe de Estado, em julho, e os que ficaram mais fortes.

O discurso de Recep Tayyip Erdogan ficou marcado pela possibilidade de a Turquia reintroduzir a pena de morte.

“A soberania de uma nação é incondicional. Se o povo quiser a pena de morte, os partidos políticos devem, na minha opinião, seguir essa vontade” afirma.

Fora da manifestação ficaram milhares de pessoas detidas durante a caça às bruxas no país. Erdogan diz que a Turquia é um país democrático e explica porquê:

“Quis falar à comunidade turca em videoconferência durante uma manifestação de apoio na Alemanha, mas não me deixaram. É esta a democracia na Alemanha. Mas eles contactam os campos do PKK, em Kandil, e alimentam os terroristas que um dia os vão atacar.”

Os dirigentes dos principais partidos da oposição, também, marcaram presença na manifestação que os organizadores dizem ser a maior de sempre. A formação pró-curda HDP – Partido Democrático dos Povos – não foi convidada por causa das alegadas ligações à guerrilha do PKK, Partido dos Trabalhadores do Curdistão.