Indignação palestinianaface a sentença de Elor Azaria

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Os dirigentes palestinianos manifestaram indignação face à “ligeireza” da pena atribuída a Elor Azaria, afirmando que é uma “luz verde” para que militares israelitas efetuem “execuções” sumárias em to

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Os dirigentes palestinianos manifestaram indignação face à “ligeireza” da pena atribuída a Elor Azaria, afirmando que é uma “luz verde” para que militares israelitas efetuem “execuções” sumárias em total impunidade.

O Exército hebraico defende que o processo serve de exemplo. Para o procurador militar Nadav Weisman “a sentença envia uma mensagem importante para os soldados e comandantes, acerca dos valores e da importância de proteger a pureza das armas. É difícil para a família do réu, mas devia ser feita Justiça”.

Para a família de Abdel Fattah al-Sharif, morto por Azaria com um tiro na cabeça, não havia qualquer ilusão acerca do resultado do processo.

Em Hebron, na Cisjordânia, o pai, Yousri al-Sharif, diz que “um ano e meio [de prisão] é uma anedota, não é uma sentença. Se um [palestiniano] tivesse matado um animal [dessa forma], eles tê-lo-iam posto na cadeia por sabe-se lá quanto tempo. Estão a gozar connosco”.

Para a ONG Amnistia Internacional, a sentença envia “um sinal perigoso, indicando que autores de crimes graves contra palestinianos são protegidos pelo sistema”.

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