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Trump avança com proposta de reforma fiscal

Trump avança com proposta de reforma fiscal
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A Casa Branca apresentou, quarta-feira, uma proposta de reforma fiscal, descrita como “uma das mais importantes” na história dos EUA.

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A Casa Branca apresentou, quarta-feira, uma proposta de reforma fiscal, descrita como “uma das mais importantes” na história dos EUA.

Oversight Dems demand vote to force release of Trump's tax returns https://t.co/xqunLGOBiJpic.twitter.com/1TaUOx0c7J

— The Hill (@thehill) April 26, 2017

A proposta de Donald Trump tem de ser submetida ao Congresso para aprovação e arrisca-se a sofrer alterações, nomeadamente para limitar o impacto sobre o défice orçamental.

WH Economic Council Director Gary Cohn, Sec. Steve Mnuchin announce broad plan for tax cuts with minimal details: https://t.co/hd58X57Gh2pic.twitter.com/WkPInCc4aj

— CBS News (@CBSNews) April 26, 2017

“O nosso objetivo é fazer com que as empresas norte americanas sejam as mais competitivas do mundo. Neste momento temos uma taxa de 35% sobre os lucros das empresas. É provavelmente o imposto mais complicado e menos competitivo do mundo,” revelou o Secretário do Tesouro, Steve Mnuchin

A redução de 35% para 15% faria o imposto sobre as empresas norte-americanas passar de um dos mais altos para um dos mais baixos entre os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

A taxa nominal é, porém, reduzida pelas numerosas isenções e deduções contempladas no código fiscal norte-americano.

Sobre as famílias, a proposta prevê que, em vez de 7 escalões, passem a existir apenas 3 escalões onde os impostos a aplicar serão de 15%, 25% e 35%.

O secretário do Tesouro garantiu que a reforma “financiar-se-á a ela própria”, argumentando com os efeitos sobre o crescimento económico, que, por sua vez, aumentariam as receitas fiscais.

A taxa que deve ser aplicada às empresas que repatriem os milhares de milhões de dólares que detêm no estrangeiro ainda não foi determinada, estando a ser discutida com os congressistas, avançou Mnuchin.

Os críticos identificaram a proposta como “basicamente um enorme corte de impostos para os ricos”.

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