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A 25ª edição da Operalia com Plácido Domingo

A 25ª edição da Operalia com Plácido Domingo
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Em 25 anos, Plácido Domingo tornou-o num evento incontornável. A Operalia, o concurso de canto internacional que mostra todos os verões as futuras estrelas da ópera, teve lugar no final de julho em Astana, a capital do Cazaquistão.

“Estou muito orgulhoso desta edição e muito feliz por celebrarmos os 25 anos da Operalia – são as nossas bodas de prata! Espero continuar, enquanto estiver aqui e depois, a minha família, os meus filhos, os meus netos, vão continuar com este concurso”, diz Plácido Domingo.

A verdadeira revelação desta edição, a soprano romena Adela Zaharia, ganhou não só o primeiro prémio, mas também o prémio de Zarzuela, a operatta espanhola que embalou a infância de Plácido Domingo.

“É um momento de euforia depois de uma incrível semana que foi entusiasmante – momentos interessantes, mas também muito trabalho, muita pressão, muito stress!”. “Estar entre os 40 finalistas da competição já é muito importante. Não entrei em nenhuma competição até agora, e eu queria saber exatamente onde estou, em comparação com outros cantores e conhecer os requisitos das grandes casas e dos grandes palcos”, conta Adela Zaharia.

Na categoria de voz masculina, o júri ficou surpreendido com o tenor sul-africano Levy Sekgapane: “Entrei em quase todos os concursos – Belvédère, Montserrat Caballé e outros – e senti que estava a faltar alguma coisa no meu desenvolvimento relativamente à ópera e pensei que ainda precisava de participar na Operalia. Queria conhecer o Maestro Domingo e trabalhar com ele. Ele é o padrinho da ópera, do mundo da ópera! “

Foi outro tenor, o italiano Marco Ciaponi, que ganhou o prémio Zarzuela. O público também pode votar. E votou na soprano Maria Mudryak e no barítono sul-coreano Leon Kim.

“O júri é composto por diretores de teatro. Então vão contratá-los, com certeza. Hoje em dia é muito difícil encontrar um teatro onde não estejam vencedores ou finalistas da Operalia a cantar”, conclui Plácido Domingo.