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Trump e Macron, duas visões antagónicas na ONU

Trump e Macron, duas visões antagónicas na ONU
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Donald Trump chegou à Assembleia-Geral das Nações Unidas, onde discursou pela primeira vez, esta terça-feira, com uma mensagem clara. O Presidente dos Estados Unidos defendeu o princípio de uma América em primeiro lugar, mas não só.

Trump disse, de forma contundente, que se a Coreia do Norte mantiver as ameaças deverá ser “totalmente destruída”: “Nenhuma nação na terra tem interesse em ver este bando de criminosos armar-se com armas nucleares e mísseis. Os Estados Unidos têm muito força e paciência, mas se forem forçados a defender-se a si mesmos e aos aliados não terão outra alternativa que não a de destruir totalmente a Coreia do Norte. O rocket man está numa missão suicida para o próprio regime.”

Durante a intervenção Trump abordou vários dossiers da política internacional tal como o Presidente francês que discursou mais tarde. Emmanuel Macron falou da Síria, defendeu o multilateralismo e as sanções como meio de pressão sobre a Coreia do Norte: “A nossa responsabilidade, juntamente com todos os nossos parceiros, incluindo a China e a Rússia, é trazer à mesa das negociações uma regulação política da crise. França recusará qualquer escalada e não fechará porta alguma ao diálogo se estiveram reunidas as condições para que este diálogo seja benéfico para a paz.”

Sobre o acordo nuclear com o Irão, Macron disse que é “útil e essencial à paz e que pô-lo em causa seria entrar numa espiral infernal.”

Não terá sido, certamente, música para os ouvidos de Trump que também ficou a saber que Macron não vai ceder nos compromissos do Acordo de Paris.