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Catalunha: Rajoy defende operação policial contra referendo independentista

Catalunha: Rajoy defende operação policial contra referendo independentista
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O governo espanhol aumenta a pressão sobre o referendo independentista da Catalunha, depois da polícia ter detido 14 pessoas, entre as quais vários membros do executivo regional, esta quarta-feira.

A “Guardia Civil” efetuou, desde esta manhã, mais de quatro dezenas de rusgas em edifícios oficiais e escritórios de empresas em Barcelona.

Um gesto considerado pelos responsáveis catalães como “uma declaração de um estado de exceção no território” e “uma deriva autoritária”.

Milhares de pessoas concentraram-se em Barcelona para repudiar a intervenção de Madrid contra a consulta agendada para dia 1 de Outubro.

Entre as pessoas detidas encontram-se dois colaboradores do vice-presidente do governo regional, dois altos cargos da secretaria das Finanças, assim como vários responsáveis pela organização do referendo dentro de 11 dias.

O presidente da “Generalitat” catalã, Carles Puigdemont, condenou o que considera ser uma “suspensão ‘de facto’ da autonomia catalã” e uma, “declaração de estado de emergência”, garantindo que não vai recuar face à pressão de Madrid.

A Guardia Civil anunciou entretanto ter apreendido quase 10 milhões de boletins de voto destinados à consulta, considerada “il egal” à luz da Constituição Espanhola.

O primeiro-ministro, Mariano Rajoy, defendeu a intervenção policial no parlamento:

“Estamos a agir no quadro dos nossos deveres e vamos prosseguir nesta linha até ao fim. Trata-se de uma operação policial ordenada por um juíz e qualquer democrata, e não sei se você é um, tem que obedecer ao que é decidido por um dos três poderes do Estado”.

O ministério do Interior espanhol decidiu, entretanto, mobilizar mais de 1.300 agentes antidistúrbios e da “Guardia Civil” para zelar pela segurança no território.

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