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Recordar Hugh Hefner, o 'Playboy' original

Recordar Hugh Hefner, o 'Playboy' original
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O conceito de ‘playboy’ é indissociável de Hugh Hefner e da famosa revista das ‘coelhinhas’ que criou e dirigiu. Figura de proa da chamada revolução sexual dos anos 60 do século passado, Hugh Marston Hefner faleceu, esta quarta-feira, aos 91 anos.




Muitas personalidades do mundo mediático não demoraram a reagir ao desaparecimento de Hefner, utilizando em particular o Twitter.

Para Larry King, antigo apresentador da CNN, Hefner foi um “gigante” no mundo das revistas, do jornalismo, da liberdade de expressão e dos direitos civis.




A cantora e atriz Nancy Sinatra não hesitou em afirmar que Hefner foi “um dos homens mais simpáticos” que já conheceu.




Os que passavam junto à “Mansão Playboy” quando foi anunciado o óbito não também recordaram a figura de Hefner:

“Ele teve um enorme impacto na sociedade em geral. Esperava que fosse viver muitos mais anos. É triste saber que morreu”, referiu o proprietário de uma empresa que organiza passeios turísticos.

“Obrigado Hugh Hefner. És uma lenda para muita gente, um empresário e alguém que manteve vivo o ‘sonho americano’ ao manteres o espírito empresarial bem vivo”, completou Bobby Trendy, decorador e estilista.

Hefner e a sua revista não escaparam a inúmeras polémicas. Mas, nos tempos da Guerra Fria, a ‘Playboy’ foi também uma janela para o Ocidente do lado de lá do Muro de Berlim:

“Para nós, a juventude soviética, a ‘Playboy’ era a encarnação do mito do Ocidente desconhecido, atraente, depravado e brilhante, com ‘cocktails’ de Martini, iates e claro, raparigas despidas”, recorda o russo Alexey Belyakov, hoje escritor e colunista de moda que, na juventude, fazia os possíveis e os impossíveis para encontrar as edições da revista.




Marilyn Monroe foi a primeira capa da ‘Playboy’ e agora Hefner deverá ser enterrado ao lado da diva, já que comprou a sepultura que está junto à campa da atriz e modelo.