Cinco crianças morrem queimadas numa creche

Cinco crianças morrem queimadas numa creche
De  Euronews
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Cinco crianças perderam a vida numa creche brasileira depois de um segurança lhes ter ateado fogo com álcool

PUBLICIDADE

Era suposto estarem a salvo mas morreram queimadas. Cinco crianças perderam a vida numa creche brasileira depois de um segurança lhes ter ateado fogo com álcool. Os meninos com 4 anos de idade tinham acabado de tomar banho, estavam preparados para o almoço. Uma professora também não resistiu a queimaduras em 90 por cento do corpo.

A professora que mesmo em chamas tentava salvar as crianças de Janaúba https://t.co/NbWTlz3MtCpic.twitter.com/gBAcCfdAsY

— HuffPost Brasil (@huffpostbrasil) 6 octobre 2017

Informações iniciais davam conta que eram 6 as crianças que morreram, mas as autoridades corrigiram ao afirmar que conseguiram reanimar uma menina que sofria paragens cardiorrespiratórias.

A tragédia pode ter sido mais grave, não fosse a intervenção de populares, alguns verdadeiros heróis.

Tudo aconteceu na creche pública “Gente Inocente” da cidade de Janaúba, no Estado de Minas Gerais.

O pirómano, de 50 anos morreu nas chamas. Desconhece-se o motivo para cometer o crime.

De acordo com responsáveis da creche, “o segurança trabalhava na instituição há oito anos e não aparentava sofrer de problemas psiquiátricos”.

Há ainda o registo de 40 feridos entre crianças, auxiliares e pessoas que tentaram ajudar.

A cidade declarou sete dias de luto.

Meus sentimentos às famílias de Janaúba. Não existem palavras para expressar a dor da perda de um ente Amado. pic.twitter.com/9yRtgU6uLM

— Geralda Diniz (@geraldandiniz) 6 octobre 2017

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Protesto pede justiça para adolescente morto em operação policial no Rio de Janeiro

Ataque com machado a creche brasileira mata quatro crianças

UE: uma em cada quatro crianças em risco de pobreza