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Presidenciais geram protestos no Quénia

Presidenciais geram protestos no Quénia
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Centenas de apoiantes da oposição manifestaram-se, esta quarta-feira, na terceira maior cidade do Quénia, Kisumu, pedindo que a repetição das eleições presidenciais, agendada para quinta-feira, seja cancelada.

A cidade é o bastião do partido de Raila Odinga. O líder da oposição renovou, já esta quarta-feira, o apelo ao protesto e ao boicote, por parte do seu eleitorado, ao escrutínio.

O Supremo Tribunal de Justiça queniano, que devia analisar um pedido de adiamento das eleições, acabou por dizer que não havia quórum para fazê-lo.

“Como nós os dois não formamos o quórum necessário nos termos do artigo 163-2 da Constituição, este assunto não pode ser ouvido esta manhã. É, portanto, adiado para uma data a definir. Mais uma vez as minhas desculpas”, disse um dos juízes do Supremo, David Maraga.

O pedido de análise do adiamento das eleições tinha sido apresentado por três cidadãos quenianos, entre eles um ativista dos direitos humanos, argumentando que não há garantias de que a votação será livre, justa e credível.

A decisão de repetir o escrutínio foi tomada pelo Supremo alegando irregularidades e ilegalidade, entre elas cometidas pela Comissão Eleitoral, nas presidenciais de agosto.

Raila Odinga queixa-se de que a reforma da comissão não foi feita e saiu da corrida. Já Uhuru Kenyatta, presidente em exercício, recusou-se a mudar a composição do organismo e prepara-se para a corrida presidencial, que tinha já vencido em agosto.