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Pressão a aumentar junto à Cidade Velha de Jerusalém

A mesquita de Al-Aqsa ergue-se da Cidade Velha de Jerusalém
A mesquita de Al-Aqsa ergue-se da Cidade Velha de Jerusalém -
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REUTERS/Ammar Awad
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O ambiente esta quinta-feira em Jerusalém Oriental era um pouco mais calmo em comparação com os relatos oriundos da Faixa de Gaza e da Cisjordânia, onde houve registos de feridos e detenções, por cauda da decisão de Donald Trump em alterar de forma unilateral a capital de Israel.

Em vésperas das orações muçulmanas de sexta-feira, mais de uma centena de pessoas concentraram-se num protesto pacífico junto ao Portão de Damasco, uma das principais portas da Cidade Velha de Jerusalém, onde se situa a mesquita de Al-Aqsa.

Um dos manifestantes ali presentes disse à reportagem da euronews em Jerusalém Oriental que "o que Trump disse não vai alterar nem apagar a história". "Jerusalém é uma cidade árabe e vai continuar a sê-lo para sempre", garantiu.

Outra manifestante questionou: "Quem deu a luz verde para Trump fazer isto?" "Infelizmente, acredito terem sido os líderes dos países árabes ao manterem-se calados e desinteressados", defendeu.

Com a incerteza a crescer à medida que se aproxima a hora das orações semanais na mesquita de Al-Aqsa, algumas fações palestinianas apelaram a um "Dia de Raiva" exatamente para esta sexta-feira.

Depois de já ter havido um apelo à greve de palestinianos esta quinta-feira, o presidente Mahmoud Abbas também pediu mais manifestações para esta sexta-feira contra a decisão americana, mas tentando evitar confrontos que se costumam tornar violentos o líder palestiniano apelou à realização de protestos pacíficos.