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Mossul continua a pedir ajuda

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Mossul continua a pedir ajuda

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Ao longo de sete quilómetros nas margens do Tigre, praticamente não há edifício que tenha ficado incólume a três anos de guerra contra o grupo Estado Islâmico em Mossul. A vitória pode não ter um preço mas a reconstrução sim, e se o governo iraquiano estima o custo total de recuperação do país em 100 mil milhões de dólares, as autoridades locais garantem que só isso custará a recuperação da cidade que em tempos albergou dois milhões de habitantes. Em Mossul continua a pedir-se ajuda.

Para Abdulsattar Al-Alhabow, diretor no município de Mossul e conselheiro para a reconstrução da província de Nineveth "o governo dos Estados Unidos devia ser o primeiro a contribuir no processo de reconstrução porque representa a maior potência do mundo" e de qualquer foram foram os norte-americanos que "permitiram que terroristas de todo o mundo viessem para Mossul e como resultado, destruíram uma das cidades mais antigas do Médio Oriente.

Existe um longo caminho a percorrer até ao regresso da normalidade, Abdulsattar Al-Alhabow avisa ainda a comunidade internacional que é preciso devolver vida à cidade, caso contrário estarão criadas as condições para o nascimento de um terrorismo pior que o Daesh.