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Privados em busca do MH370

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Esperanças renovadas para encontrar o avião do voo MH370 Malaysia Airlines desaparecido em 2014. O governo malaio assinou um acordo com a Ocean Infinity e vai pagar até cerca de 60 milhões de euros se a empresa norte-americana descobrir a carcaça do avião que fazia a ligação Kuala Lumpur - Pequim com 239 pessoas a bordo.

"Não queremos criar grandes expectativas mas esperamos que, com esta decisão, nós, juntamente com eles, possamos avançar nestes tempos difíceis e encontrar respostas", declarou Liow Tiong Lai, ministro malaio dos Transportes.

A Ocean Infinity vai pesquisar uma área quase equivalente ao Alentejo. São os 25 mil quilómetros quadrados que a Austrália, a China e a Malásia recusaram procurar após investigadores terem insistido para que as buscas prosseguissem nessa região, já depois dos 120 mil quilómetros quadrados passados a pente fino. A empresa tem 90 dias.

Até agora, recuperaram-se pedaços do avião na ilha da Reunião, Moçambique, Maurícias, África do Sul e Tanzânia.

Os familiares as vítimas estão satisfeitos

"Sinto-me muito satisfeito mas ao mesmo tempo em pânico. Quer encontrem quer não, parece ser igual ao que aconteceu há quatro anos, quando tínhamos que esperar todos os dias. Mas continuo com muita esperança", diz um familia das vítimas.

A esperança é a última a morrer. Para muitas pessoas, o luto ainda está muito presente. Apenas a recuperação dos destroços e das caixas negras poderão encerrar de vez as incógnitas em torno do misterioso desaparecimento do MH370.