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"Os venezuelanos estão a morrer à fome"

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A situação dos venezuelanos que atravessam todos os dias as fronteiras do país aproxima-se cada vez mais da catástrofe humanitária. O alerta foi deixado por diretor executivo do Programa Alimentar Mundial que esteve esta segunda-feira na fronteira da Colômbia com a Venezuela.

David Beasley garante que esta é uma mensagem que vai tentar passar aos líderes mundiais e que é obrigatório ajudar as autoridades colombianas a gerir esta crise humanitária: "falei com muitas pessoas, pais, mães, crianças e ouvi as histórias sobre a falta de comida nos abrigos. Estamos a falar de entre 40 a 50 mil pessoas que estão a atravessar a fronteira por dia só aqui em Cucuta (...) Os venezuelanos estão a morrer à fome!"

E foi para fugir à fome que Viviana fugiu. Esta venezuelana garante que regressar ao país é deixar os filhos morrer à fome. Prefere dormir no chão mas ter o que dar de comer aos filhos que voltar para a Venezuela onde até tem uma casa. Dormem no chão mas têm um prato de comida".

A falta de alimentos é cada vez mais grave um pouco por toda a Venezuela. Em Caracas, dada a falta de produtos básicos nas prateleiras dos supermercados, são distribuídos caixotes com o mínimo para sobreviver.