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Instabilidade política na Eslováquia ameaça governo

Instabilidade política na Eslováquia ameaça governo
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De  Euronews
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Depois do homicídio de Jan Kuciek, jornalista de investigação, e da noiva, a Eslováquia assistiu às maiores manifestações públicas depois da queda do comunismo há quase 30 anos. Em causa, a percepção de corrupção entre empresários e o governo eslovaco.

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A instabilidade política na Eslováquia agrava-se, depois do assassinato de um jornalista de investigação ter sublinhado a existência de corrupção. O governo do primeiro-ministro Robert Fico parece perto do colapso depois do pedido de eleições antecipadas de um dos partidos da coligação.

"O conselho do partido Most-Hid encarrega a liderança partidária de negociações com os parceiros de coligação quanto à possibilidade de eleições parlamentares antecipadas. se estas negociações falharem, o Most-Hid vai abandonar a coligação", anunciou Béla Bugár, líder do Most-Hid.

O terceiro elemento da coligação, o Partido Eslovaco Nacional, anunciou já optar também por eleições antecipadas caso a coligação governamental perca a maioria que detém.

A coligação tri-partidária tem magra maioria, com 78 dos 150 lugares parlamentares. A luta do primeiro-ministro, no poder nos últimos dez anos, para manter intacto o governo sofreu esta segunda-feira um revés com a demissão do ministro do Interior Robert Kalinak, do partido de Fico.

Os partidos de oposição apresentaram uma moção de desconfiança contra o governo de Fico e precisam de 76 votos para o derrubar.

O homicídio do jornalista Jan Kuciak espoletou as maiores manifestações públicas desde o fim do comunismo, há quase três décadas. Kuciak investigava fraude fiscal de empresários com ligações políticas e empresários italianos na Eslováquia com ligações à Mafia e ao governo de Fico.

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