Guerra ensombra aniversário da independência da Ucrânia

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O presidente ucraniano exigiu, mais uma vez, que Moscovo abandone a Crimeia, anexada pela Federação Russa em 2014.

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A Ucrânia celebrou, esta sexta-feira, o 27° aniversário da sua independência com uma parada militar em Kiev. Como convidado de honra, a assistir ao desfile, estava o conselheiro de segurança nacional dos Estados Unidos da América, John Bolton.

O presidente ucraniano exigiu, mais uma vez, que Moscovo abandone a Crimeia, anexada pela Federação Russa em 2014.

No seu discurso, Petro Poroshenko sublinhou que "durante os quatro anos de guerra que a Rússia iniciou contra a Ucrânia, juntos preservaram e fortaleceram o país. A nação consolidou-se com base na defesa do país e do patriotismo. Juntos, criaram um exército forte e o trabalho árduo dos diplomatas ucranianos garantiu o apoio político internacional da independência da Ucrânia ".

John Bolton instou ao presidente ucraniano que não permita que a Rússia interfira nas eleições presidenciais do próximo ano e garantiu que as sanções de Washington contra Moscovo vão manter-se até que mude de comportamento.

Entretanto, continuam as hostilidades entre os separatistas pró-russos e as forças ucranianas na região oriental de Lugansk.

Na quinta-feira, o exército de Kiev anunciou que cinco soldados ucranianos morreram e sete ficaram feridos naqueles que foram os mais intensos combates dos últimos tempos.

Está prevista a entrada em vigor de um cessar-fogo no dia 29 de agosto, para o início do ano escolar.

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