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Tribunal absolve culpado do roubo de recém-nascidos

Tribunal absolve culpado do roubo de recém-nascidos
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De  Joao Duarte Ferreira
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O caso remonta aos tempos do regime de Franco

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Absolvido por prescrição do delito, esta foi a decisão do tribunal em Espanha no caso dos recém-nascidos roubados durante o regime de Franco.

No banco dos réus esteve o Dr. Eduardo Vela, de 85 anos de idade e julgado culpado dos crimes de detenção ilegal, atribuição de nascimento e inscrição de falsidades em documentos oficiais.

No entanto, o tribunal decretou a absolvição do réu devido à prescrição de todos os crimes.

A acusação havia pedido 11 anos de cadeia para o antigo ginecologista acusado de roubar e entregar a uma mulher estéril a recém-nascida, Inés Madrigal, afirmando na documentação oficial que se tratava da mãe biológica. Tudo aconteceu na clínica de San Ramón em Madrid, em junho de 1969. O certificado de nascimento foi falsificado por intermédio de um padre jesuíta.

Entre os anos 50 e 90 registaram-se em Espanha vários casos de roubo de recém-nascidos dos pais biológicos para os entregar a outras famílias, em muitos casos a troco de dinheiro.

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