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A incerteza do pós Merkel

A incerteza do pós Merkel
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Um dia após ter anunciado que vai retirar-se da vida política em 2021, Merkel garante que nada irá mudar as suas posições nas negociações internacionais e que agora irá ter mais tempo para se dedicar às tarefas enquanto chefe do Executivo.

A chanceler alemã afirmou, esta terça-feira, que a Europa tem todo o interesse no desenvolvimento sustentado do continente africano.

Angela Merkel recebeu os líderes de países de África com o objetivo de combater o subdesenvolvimento do continente que impulsionou a imigração em massa para a Europa. Algo que marcou os últimos anos da sua liderança à frente do Governo germânico.

Um dia após ter anunciado que vai retirar-se da vida política em 2021, Merkel garante que nada irá mudar as suas posições nas negociações internacionais e que agora irá ter mais tempo para se dedicar às tarefas enquanto chefe do Executivo.

Após o choque do anúncio, resta agora saber quem será o sucessor de Angela Merkel e como poderá influenciar não só a política alemã como a política europeia e mundial.

Florian Eder, editor de Politico, refere que "temos conhecimento de três candidatos. Um é o antigo rival e forte crítico de Merkel, Jens Spahn, o jovem ministro da Saúde da Alemanha que tem apenas 38 anos; o outro é Annegret Kramp-Karrenbauer (secretário geral da CDU) que ' Provavelmente seria a escolha de Merkel, se pudesse escolher quem a substituirá como líder partidária, e o terceiro candidato é de facto Friedrich Merz (ex-chefe do grupo político da CDU no parlamento alemão) um advogado, que deixou a política há 15 anos, mas declarou, oficialmente, que vai concorrer à liderança da CDU, também no congresso do partido, em dezembro".

Angela Merkel viu-se obrigada a iniciar a sua retirada política após mais uma derrota nas eleições regionais de Hessen.

O declínio da sua popularidade deveu-se, sobretudo, à sua política migratória.

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