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Mau tempo faz vítimas na Europa

Veneza
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Reuters
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"Num só dia, a basílica de São Marcos envelheceu 20 anos". O lamento de um dos responsáveis pelo mais emblemático monumento de Veneza sintetiza a desolação que tomou conta da cidade italiana. Uma maré nunca vista inundou o centro.

Stefano Stipitivich, diretor do café Florian, outro símbolo de Veneza, fala da surpreendente subida das águas. O chão de tábua corrida - original do século XVIII - foi severamente afetado.

Em Itália, mais de 6 mil bombeiros atenderam a milhares de ocorrências nas últimas 48 horas. Há notícia de pelo menos 12 mortos, povoações isoladas, centenas de desalojados e milhares de casas sem eletricidade.

O aeroporto de Génova chegou a ser encerrado, por causa dos detritos presentes na pista, arrastados pelos ventos de mais de 180 quilómetros por hora.

Em França, as montanhas do Maciço Central foram armadilha para mais de mil automobilistas. Ficaram presos nos carros durante a noite na sequência de um forte nevão.

Evence Richard, presidente da região do Loire, diz que apesar da operação montada pelas autoridades no terreno, foi difícil convencer os automobilistas a usar as autoestradas, especialmente os camionistas. Cerca de 200 mil casas ficaram sem eletricidade em França.

A ilha da Córsega foi especialmente afetada. Portos e aeroportos foram encerrados devido à força do vento.