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A Escola Europeia de Aviação Civil

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A Escola Europeia de Aviação Civil

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Michael Graupp parte para Madrid dentro de uma hora.

É austríaco e piloto de aviões desde Agosto. Fez formação perto de Viena, na Academia de Aviação da Áustria, uma organização apoiada pela Política de Coesão da União Europeia.

Para Michael, o sonho tornou-se realidade.

“Quando tinha catorze anos fui a Tenerife. Durante esse voo, fui autorizado a entrar no cockpit. Foi aí que percebi que queria tornar-me piloto. Comecei o meu curso com 19 anos e terminei com 21. Seis meses depois, consegui o meu primeiro emprego na Eurowings. Estou muito feliz”.

Dois mil e quatrocentos pilotos são treinados, todos os anos, na Academia. O projeto tem um orçamento total de 37,7 milhões de euros, dos quais, cerca de 2,7 milhões provêm do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

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Jessica Wong acabou de chegar ao centro de treino.

“Hoje há um voo para Spitzerberg. Uma aula para aprender a aterrar num relvado. Normalmente os aviões aterram em pistas e estou muito curiosa para ver as diferenças”.

A profissão de piloto exige reciclagem. Em Neulsiedl am See, a Academia dispõe de aulas com pilotos experientes e no ativo, como Markus Heusi.

“Temos um plano muito rigoroso. A cada cinco minutos confrontamos o aluno com um problema, para que no final das nove sessões tenham lidado com todos os problemas que podem surgir num voo”.

O plano de trabalho é rigoroso e apertado. Cada hora de treino pode custar cerca de mil euros. Os alunos estudam casos de acidentes reais ou falhas mecânicas. O cockpit é idêntico e tem a mesma escala de um cockpit real. O objetivo principal é a segurança.