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Às portas dos EUA mas impedidos de entrar

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Às portas dos EUA mas impedidos de entrar
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Depois de passarem mais de um mês a percorrer os 4.300 quilómetros até à cidade de Tijuana, na fronteira entre o México e os EUA, a receção aos migrantes, que na sua maioria fogem da pobreza e da agitação social na América Central, foi a anunciada. As hipóteses de entrarem nos Estados Unidos são quase nulas. E eles são cada vez mais:

"Há dois dias que estamos nisto. Passámos toda a noite ao frio, mas é assim a vida. Estamos aqui por uma melhor vida nos EUA", diz um migrante da Guatemala.

"Queremos chegar lá porque não temos dinheiro. Queremos cruzar a fronteira mas veremos o que Deus tem a dizer", desabafa outro migrante, vindo do mesmo país.

Trump chamou à caravana de migrantes movimento de "invasão", um grupo cheio de "bandidos" e "criminosos" e mobilizou quase 6.000 soldados para a fronteira. Isso não travou os mais de 3000 que já chegaram. O Ministério do Interior mexicano diz que são cerca de 8.000 à procura do "Eldorado", em terras do tio Sam.