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"Breves de Bruxelas": Eleições europeias, Irão, Turquia e Ryanair

"Breves de Bruxelas": Eleições europeias, Irão, Turquia e Ryanair
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REUTERS/Vincent Kessler
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Novas alianças e pactos começam a formar-se para as eleições europeias, no final de maio. Bruxelas foi palco de uma manifestação de partidos de esquerda da Hungria, terça-feira à noite, que negociam uma eventual coligação para derrotar o Fidesz, partido populista de direita do primeiro-ministro Viktor Orbán.

Por outro lado, os líderes da coligação populista italiana também buscam novos apoios internacionais, com Matteo Salvini (Liga) a dialogar com o homólogo na Polónia, Jarosław Kaczyński (líder do partido Lei e Justiça, no poder), e Luigi di Maio (Movimento 5 Estrelas), a deslocar-se a Bruxelas para falar com interlocutores da Croácia e da Finlândia, entre outros.

Este é o tema de abertura do programa "Breves de Bruxelas", que passa em revista a atualidade europeia diária. Em destaque estão, também, as seguintes notícias:

  • O Irão já anunciou que vai retribuir a decisão da União Europeia, quarta-feira, de adicionar dois indivíduos e uma entidade ligada aos serviços secretos na lista de terroristas, congelando os seus ativos financeiros.
  • A jornalista turca Pelin Ünker, do jornal Cumhuriyet, foi condenada a 13 meses de prisão por causa de ter participado na investigação internacional sobre paraísos fiscais offshore, conhecida por Paradise Papers.
  • Os membros da tripulação de cabine da Ryanair em Espanha cancelaram uma greve para a próxima quinta-feira e domingo. Os sindicatos Sitcpla e USO chegaram a acordo com a companhia aérea irlandesa de baixo custo.