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"Breves de Bruxelas": Discurso do ódio, Hungria, Polónia e Irlanda

"Breves de Bruxelas": Discurso do ódio, Hungria, Polónia e Irlanda
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As plataformas digitais têm aumentado a deteção e remoção de conteúdos racistas e xenófobos, mas devem melhorar o nível de resposta aos utilizadores e revelarem a quantidade de casos analisados.

Os conselhos são da Comissão Europeia, que revelou os mais recentes dados sobre o combate à incitação ilegal ao ódio na Internet.

Este é o tema de abertura do programa "Breves de Bruxelas", que passa em revista a atualidade europeia diária. Em destaque estão, também, as seguintes notícias:

  • A Hungria foi o único Estado-membro que se opôs a uma posição comum da União Europeia para a cooperação com a Liga Árabe numa reunião, na segunda-feira, em Bruxelas, com chefes de diplomacia de ambos os blocos. O governo de Budapeste está contra as referências à migração no texto que está a ser preparado para a primeira cimeira entre a União Europeia e a Liga Árabe, a 24 e 25 de fevereiro, no Egito.
  • Robert Biedron, o primeiro político polaco a assumir a sua homossexualidade, lançou, no domingo, o partido Primavera, de centro-esquerda e pró-União Europeia. O ex-presidente da camara de Slupsk quer fazer oposição ao partido ultra-conservador e nacionalista no poder, Lei e Justiça, nas eleições europeias, em maio, e nas eleiçoes legislativas polacas, no outono.
  • A Comissão Europeia admite indemnizar os agricultores irlandeses se um eventual Brexit sem acordo levar ao colapso dos preços da carne de vaca e dos produtos lácteos. Segundo a edição irlandesa do jornal Sunday Times, citando fontes do governo irlandês e da União Europeia, poderão ser disponibilizados centenas de milhões de euros em ajuda de emergência .