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"Breves de Bruxelas": Greve na Bélgica, Comissão Europeia, Irão e EUA

"Breves de Bruxelas": Greve na Bélgica, Comissão Europeia, Irão e EUA
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A greve geral que paralisou a Bélgica levou o primeiro-ministro Charles Michel a prometer maior concertação social. A acusação de falta de diálogo da função pública e de outros trabalhadores é comum a muitos países, incluindo Portugal, e deverá manter-se na agenda até às eleições europeias. A jornada de greve nacional na Bélgica está em destaque no programa "Breves de Bruxelas." Abordamos ainda as seguintes notícias:

O Panamá junta-se à Arábia Saudita numa "lista negra" de 23 territórios que inclui ainda o Afeganistão, Irão, Coreia do Norte ou Tunísia, entre outros. A Comissão Europeia vai incluir Riade na embaraçosa lista de nações que pecam por controlos frágeis no combate ao financiamento do terrorismo, ao "dinheiro sujo" e lavagem de dinheiro. A decisão está longe de gerar consenso e esbarra na resistência de França, Alemanha e Reino Unido, de acordo com o Financial Times. Ao que tudo indica não veem com bons olhos uma posição mais dura da Europa em comparação com outras autoridades mundiais.

O Tribunal Internacional de Justiça, em Haia, julgou procedente a ambição do Irão recuperar ativos congelados pelos EUA. Teerão apresentou queixa e invocou a violação do Tratado de Amizade, Relações Económicas e Direitos Consulares por causa do congelamento de ativos, dentro e fora dos EUA. Washington diz que o Tribunal não tem jurisdição sobre o caso.

Entre julho e novembro de 2018, as exportações americanas de whisky para a União Europeia (UE) caíram 8,7%, em comparação com igual período do ano anterior. A queda acentuada é revelada num relatório anual do Conselho de Bebidas Destiladas, apresentado em Nova Iorque. O documento destaca o impacto negativo de tarifas de retaliação resultantes das contendas comerciais do presidente dos EUA, Donald Trump. A UE é o maior mercado de exportação do setor.