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"Breves de Bruxelas": mudança de hora, UE-EUA, sanções e portagens

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Desde os anos 80 que os países da União Europeia atualizam os relógios duas vezes por ano, mas a Comissão Europeia propôs que tal acabe em 2019.

É demasiado cedo, dizem os eurodeputados, que sugerem 2021, segundo a votação, segunda-feira, na Comissão de Transportes e Turismo do Parlamento Europeu.

Este é o tema de abertura do programa "Breves de Bruxelas", que passa em revista a atualidade europeia diária. Em destaque estão, também, as seguintes notícias:

  • A representação diplomática da União Europeia nos Estados Unidos vai voltar a ter o estatuto equivalente ao de Estado-nação. Em outubro passado, o estatuto tinha descido para a categoria de organização internacional por ordem do Presidente Donald Trump, sem dar quaisquer explicações aos Estados-membros ou às instituições europeias.
  • A União Europeia prolongou, por mais um ano, as sanções contra 12 indivíduos ucranianos, antigos membros do governo pró-russo do ex-Presidente Viktor Yanukovych. Os ex-altos-funcionários são acusados de se terem apropriado de fundos do Estado ucraniano e de abuso de poder.
  • A União Europeia passará a ter um novo sistema de partilha de informação sobre matrículas, que foi formalmente adotado, segunda-feira, pelo Conselho de Ministros dos Transportes. Vai ser mais fácil cobrar multas aos automobilista que não pagam portagens, sobretudo os que aproveitam o facto do veículo estar registado num Estado-membro diferente daquele onde passaram sem pagar.