A Euronews deixou de estar acessível no Internet Explorer. Este navegador já não é suportado pela Microsoft, e os mais recentes recursos técnicos do nosso site não podem mais funcionar corretamente. Aconselhamos a utilização de outro navegador, como o Edge, o Google Chrome ou o Mozilla Firefox.
Última hora

Gaza e Israel: Tensões aumentam a semanas das eleições

Gaza e Israel: Tensões aumentam a semanas das eleições
Euronews logo
Tamanho do texto Aa Aa

Do lado da fronteira israelita são tanques, apontados para Gaza, que fazem a paisagem. As tensões entre os dois territórios têm aumentado nos últimos dias depois de um "rocket" ter atingido uma zona a norte de Telavive, na noite de domingo para segunda feira, e fazer sete feridos.

Israel respondeu com bombardeamentos. Embora o grupo palestiniano Hamas não assuma a autoria do disparo, rapidamente chegou um pedido de cessar-fogo, mesmo assim, Telavive mantém o exército com os olhos postos no território vizinho.

Estes ataques entre Israel a Gaza surgem numa altura em que o primeiro-ministro Netanyahu tenta manter a posição no governo, visto que as eleições israelitas estão a duas semanas.

Os ataques foram condenados pelas Nações Unidas. Stephane Dujarric, porta-voz de António Guterres, secretário Geral da ONU, criticou o ataque de gaza contra Israel e os bombardeamentos de Israel em território palestiniano, falando "de uma violação grave e inaceitável". O porta-voz do sercetário-geral da ONU pediu a ambos os lados o "máximo de contenção".

REUTERS/Carlos Barria
Donald Trump e Netanyahu no momento em que EUA reconhecem de forma oficial a soberania de Israel sobre os Montes GolãREUTERS/Carlos Barria

Este aumento de tensões entre o território palestiniano e Israel surge enquanto Netanyahu está em terras norte-americanas.

Recebido por Donadl Trump, o primeiro-ministro israelita viu ser assinado pelos EUA o decreto que reconhece de forma oficial a soberania de Israel sobre os Montes Golã, território sírio ocupado por Israel nos anos 60. Nunca ninguém, nem entidade nem país o tinha feito.

Teme-se agora, depois desta posição norte-americana, mais instabilidade no Médio Oriente.