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Guaidó apela à paralisação total

Guaidó apela à paralisação total
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O apelo era o de avançar para uma revolução. Mas, até ver, a Venezuela mergulhou numa espiral de caos.

Apesar dos vários incitamentos de Juan Guaidó, os militares continuam a não integrar as fileiras dos contestatários. Os confrontos entre apoiantes pró e contra Nicolas Maduro multiplicam-se, assim como aqueles que querem derrubar o poder e as autoridades. De um lado pedras, do outro gás lacrimogéneo.

Guaidó declara que, "no espírito da chamada Operação Liberdade, as pessoas têm de se manter nas ruas, até o objetivo ser alcançado. Esta quinta-feira terá início uma greve da função pública que irá crescer progressivamente até a paralisação total".

Toda esta situação está a agravar as tensões entre Washington e Moscovo. O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, falou diretamente com Sergei Lavrov, o responsável diplomático russo, para apelar ao fim do apoio a Maduro e dizer que uma intervenção militar americana não está fora de questão. Lavrov terá respondido que "a influência destrutiva" vem do lado dos Estados Unidos.

Esta nova vaga de violência já terá feito dezenas de feridos, sobretudo em Caracas, mas ainda não há dados precisos.