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Dinamarca vira à esquerda

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Os social-democratas foram os grandes vencedores nas eleições legislativas na Dinamarca e Mette Frederiksen deverá tornar-se, aos 41 anos de idade, na mais jovem chefe de governo na história do país. Apesar da maioria dos partidos de esquerda, a líder social-democrata já afirmou que irá tentar formar um executivo minoritário.

Os vencedores efetuaram uma campanha em torno do reforço do estado social, do combate às alterações climáticas e da inflexibilidade relativamente às leis de imigração.

O escrutínio ditou o fim do governo de coligação liderado por Lars Løkke Rasmussen. Apesar da derrota, o primeiro-ministro cessante não deixou de encontrar motivos para sorrir nos resultados eleitorais:

"Esta noite trouxe progresso, fomos o partido que mais aumentou o número de deputados, mas é uma vitória amarga porque os partidos de direita, coletivamente, foram mais fracos."

Depois da Finlândia e Suécia, a Dinamarca tornou-se no terceiro país nórdico a virar à esquerda no último ano. Uma tendência para a qual foi decisiva a hecatombe do Partido Popular, formação de direita populista que em 2015 tinha sido a segunda força mais votada com mais de 21% dos votos e que desta vez nem chegou aos 9%.