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Cimeira de Bruxelas sem acordo?

Cimeira de Bruxelas sem acordo?
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Oliver Hoslet/Pool via REUTERS
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O Partido Popular Europeu não está disposto a abdicar da presidência da Comissão Europeia, deitando por terra a possibilidade de um acordo esta noite na cimeira extraordinária de líderes europeus em Bruxelas.

O posto mais cobiçado era o do sucessor de Jean-Claude Juncker na liderança da Comissão Europeia e o favoritismo recaía sobre o socialista holandês Frans Timmermans.

Um nome rejeitado pelos países do Grupo de Visegrado, que inclui a República Checa, cujo primeiro-ministro, Andrej Babis, dizia que Timmermans "não é a pessoa certa para unir a Europa", por não oferecer um "balanço geográfico".

Se o grupo de países de Leste poderia não ser suficiente para bloquear o nome proposto pelo presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, já o PPE detinha as chaves para o sucesso ou não da cimeira. Ora, o primeiro-ministro irlandês Leo Varadkar, membro do Partido Popular Europeu, já disse que "nenhum dirigente [da formação] aceitou o acordo negociado [à margem da cimeira do G20] em Osaka". Outro responsável do PPE disse à agência AFP, sob condição de anonimato que "o acordo [em questão] está morto".

O PPE reivindica novamente a presidência da Comissão e a nomeação do seu candidato, o alemão Manfred Weber.