A Euronews deixou de estar acessível no Internet Explorer. Este navegador já não é suportado pela Microsoft, e os mais recentes recursos técnicos do nosso site não podem mais funcionar corretamente. Aconselhamos a utilização de outro navegador, como o Edge, o Google Chrome ou o Mozilla Firefox.
Última hora

Boris Johnson pressiona União Europeia para alterar termos do Brexit

Boris Johnson pressiona União Europeia para alterar termos do Brexit
Euronews logo
Tamanho do texto Aa Aa

Boris Johnson pressionou a União Europeia para alterar os termos do acordo do Brexit, afirmando que, caso contrário, Bruxelas teria de assumir a responsabilidade por uma saída sem acordo. A União Europeia não está disposta a alterar as negociações feitas com a administração britânica anterior, mas o novo governo do primeiro-ministro pretende descartar o "backstop".

"Se a posição da UE é que o acordo de saída não pode ser alterado - sem adicionar ou retirar condições, ponto final... que é a a posição que assumem... Então, neste caso estão a tomar a decisão de ver o Reino Unido sair sem acordo. E esta é uma responsabilidade que vão ter de assumir. Gostaríamos de chegar a acordo, mas o "backstop" nos termos em que está é antidemocrático e é algo que terá de ser removido."
DOMINIC RAAB
Ministro dos Negócios Estrangeiros

O "backstop", o mecanismo de salvaguarda para prevenir o regresso de uma fronteira entre a Irlanda e a Irlanda do Norte volta a ser um ponto de discórdia.

Boris Johnson diz que espera que a União Europeia seja razoável e que aceite um novo acordo do Brexit.

"Vamos deixar a União Europeia a 31 de outubro, foi para isso que o povo deste país votou, foi para isso que os deputados votaram e é isso que os parlamentares deste país devem fazer. Creio que os deputados devem seguir em frente e cumprir o que prometeram várias vezes ao povo deste país. Cumprirão o mandato de 2016 e deixarão a UE a 31 de outubro."
Boris Johnson
Primeiro-ministro britânico

O Parlamento britânico votou repetidamente contra um Brexit sem acordo. Nesta quinta-feira, o líder trabalhista, Jeremy Corbyn, disse que forçar um Brexit sem acordo durante uma campanha eleitoral seria "um abuso de poder sem precedentes, inconstitucional e antidemocrático", da parte do primeiro-ministro britânico Boris Johnson.