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"Breves de Bruxelas": Amazónia, Brexit, nova Comissão Europeia

"Breves de Bruxelas": Amazónia, Brexit, nova Comissão Europeia
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BRUNO KELLY
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A crise de incêndios na Amazónia levou já os governos da França e da Irlanda a ameaçarem não ratificar o acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul, do qual faz parte o Brasil (bem como Argentina, Uruguai e Paraguai) e cujas negociações foram fechadas em junho, ao fim de 20 anos.

Este é o tema de abertura do programa "Breves de Bruxelas", que passa em revista a atualidade comunitária. Em destaque estão, também, as seguintes notícias:

  • A Bélgica poderá vir a propor dois candidatos para a nova Comissão Europeia, como pedido pela presidente-eleita, Ursula von der Leyen. O Partido Socialista gostaria de propor Laurette Onkelinx, que se juntaria ao nome do atual ministro dos Negócios Estrangeiros, Didier Reynders, do Partido Liberal.
  • Desde o referendo do Brexit, diminiu para metade o número de cidadãos da União Europeia que se deslocam para o Reino Unido para trabalhar. Em 2016 foram 190 mil, contra os apenas 92 mil no primeiro trimestre deste ano.
  • A Comissão Europeia vai construir um novo centro de conferências em Bruxelas, para subsitituir um edifíco que data de há 30 anos. O novo centro poderá albergar 2400 visitantes e o custo estimado é de 155 milhões de euros.
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